sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mudança ...

COMUNICANDO MUDANÇA
.
DE ENDEREÇO:
.
.
AGUARDO SUA VISITA!
.
LUCIANA KOTAKA

terça-feira, 28 de abril de 2009

Ser mulher, ser feminina...

.





Convido vocês a uma reflexão sobre o feminino.
.
O que significa ser mulher ...
.
Fomos criadas para sermos curvilíneas, corpo delineado, somos mulheres
.
Mas vemos comunidades, movimentos em uma busca contrária a nossa natureza,
.
Vemos mulheres querendo mudar o corpo, não querem formas, não querem curvas...
.
Estamos vivendo um momento em que ser feminina não é bonito, não dá status...
.
Vivendo a era do reto, sem formas, sem sensualidade
.
Transformamos o belo em estranho, o normal pelo esterótipo fabricado.
.
As músicas para nos homenagearmos eram lindas, mostrava a mulher como o mais
magnífico ser existente na terra,
.
Lembram da música do Tom Jobim?
.
Vem cá Luíza,me dá tua mão.......
.
Mas hoje....
.
Hoje as músicas femininas falam de sexo, escancara nossa intimidade, massacra nossa beleza e toda magia ...
.
O que sobra de nós?
.
Mulheres magras, sem brilho, sem graça....
.
Cadê você mulher?
.
Luciana Kotaka
Curitiba - PR

sábado, 25 de abril de 2009

NORMOSE - A doença de querer ser normal

.



Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é
exatamente fácil de alcançar.


O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.


Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.


Quem não se "normaliza", quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.


A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?


Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre
nossas vidas?


Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado.


Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos


de comportamento amplamente divulgados.


A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato?


Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?


Então, como aliviar os sintomas desta doença?


Um pouco de auto-estima basta.


Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente,
e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.


Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante.


O normal de cada um tem que ser original.


Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude.


E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam
para remover obstáculos mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e sincera.


Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações.


Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é

iluminada.

Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.


Créditos:Michel Schimidt
Psicoterapeuta

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O peso ideal é aquele que se sente bem ...

.



Perder peso hoje se tornou o foco de muitos jovens e adultos, que insatisfeitos com o peso e contorno corporal saem em busca de soluções para enfrentar esse problema.


Nessa batalha contra o peso, precisamos lembrar de traçar parâmetros reais, levando em consideração a idade, altura, entre outros fatores que podem determinar o não a perda de peso.


Como vivemos em um país onde a valorização do corpo magro é cultuada, perdemos o referencial do que seria ou não adequado e saudável para usarmos como meta.


Determinamos valores irreais e sacrificantes , sem termos informações adequadas , o que leva o corpo responder a esse ataque, freando a perda de peso.


Esse processo gera decepção, indignação em muitas pessoas, mas se formos realizar um levantamento, iremos verificar que na grande parte dessa população, os regimes estão sendo realizados sem orientação de um profissional capacitado, o que leva a efeitos sanfonas, e um desistímulo muito grande.


Outro fator que está inserido nesse contexto, é a falta de percepção quanto as emoções determinam esse processo. Cuidar do corpo significa olhar para o que sentimos ,o que nos auxilia a buscar nossos objetivos, como também podem nos levar a sabotar os mesmos.


Podemos concluir que a busca por um peso adequado e saudável vai depender das ações e implicações com que cada um vai ter nesse processo.


O importante é ter consciência de que temos limitações, que caímos nesse processo, mas que podemos levantar, continuar, e procurar ajuda, para esse projeto se torne efetivo.


Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Cutitiba - PR

terça-feira, 21 de abril de 2009

Revista Plástica e Beleza - Abril de 2009

.


Não entre na neura!
Sim, as modelos têm corpos lindos. Mas não ter um corpo esbelto como o delas não é e nem deve ser o fim do mundo.
O problema é que ao tentar incansavelmente conquistar um corpo como o delas, você pode se tornar uma eterna insatisfeita e o resultado será desastroso.
"As mulheres partem em busca de um ideal de beleza irreal e acabam por desenvolverem um quadro depressivo, prejudicando ainda mais a forma de se enxergar e lidar com seu corpo real", analisa a psicóloga Luciana Kotaka (PR).
E a partir do momento que se perde o referencial do que é possível dentro de sua própria estrutura corporal, surgem os distúrbios de imagem. Os mais comuns são a anorexia nervosa (perturbação na percepção e na sua forma corporal) e bulimia nervosa (ocorrem episódios recorrentes de descontrole alimentar com tentativas de não ganhar peso através do uso de laxantes, diuréticos e vômitos autoinduzidos).
Preste atenção no seu comportamento, pois a partir do momento em que o desejo de chegar a um modelo ideal sacrifica o corpo, já se tornou um distúrbio. O segredo é ver própria imagem como única e bela do jeito que é, aprendendo a valorizar o que você tem de melhor. "Cada ser humano é único e que não pode, não deve e nem precisa ser igual a ninguém. A cirurgia plástica é capaz de verdadeiros milagres, mas deve respeitar o corpo humano e a sua beleza natural", complementa a cirurgiã plástica Kaísa Justo (RS). Mas nós, mulheres mortais, não estamos sozinhas nessa vontade de dar um "CTRL C + CTRL V" no corpo das modelos. Muitas atrizes e cantoras (todas lindas, a propósito) entram nessa e o final pode não ser dos mais felizes: distúrbios de imagem.

.
Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Curitiba-PR

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Distúrbios Psicológicos e a Obesidade

.
.
Mais do que uma doença, a obesidade pode ser consequência, ou muitas vezes a causa de problemas psicológicos variados.
A obesidade já é considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como por médicos e demais profissionais da área da saúde.
O acúmulo de tecido gorduroso no organismo pode ser diagnosticado de diversas formas, que revelam os riscos e prejuízos à saúde.
Para esclarecer melhor este tema e explicar os riscos que estes pacientes correm também no âmbito emocional, entrevistamos o psiquiatra Arthur Kaufman, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Programa de Atendimento ao Obeso (Prato) do Instituto de Psiquiatra do Hospital das Clínicas.

Confira:

Qual a relação entre obesidade e distúrbios psicológicos?

Existem duas relações principais: uma de quem já tem excesso de peso corporal e tem distúrbios psicológicos por isso; e outra de quem não tem excesso de peso mas, devido a distúrbios psicológicos, fica com o peso excessivo.
Quem já está acima do peso ideal, tem distúrbios porque se sente fora do padrão, rejeitado, principalmente se for adolescente ou criança, porque é discriminado, ridicularizado, muitas vezes recebe apelidos e é chamado de gordinho. Já no segundo caso, o indivíduo fica acima do peso por algum distúrbio psicológico, como uma ansiedade compulsiva, que o leva a comer. O problema é que nestes casos, o paciente não vai comer uma salada, porém massas, doces e outros alimentos extremamente calóricos.

Quais os principais indícios de que o paciente obeso precisa de acompanhamento psicológico?

Basicamente quando ele está deprimido, ou se retrai e não sai de casa de jeito nenhum, rejeitando convites de amigos. Com meninas é mais comum. As amigas chamam para sair e ela fica em casa, achando que todos vão ficar reparando. Ou não vai à praia porque acha que todas as pessoas vão parar para olhar suas “gordurinhas”.

Como a psicoterapia pode ajudar o paciente obeso e quais os benefícios no processo de emagrecimento?

Trabalho com a psicodinâmica e afirmo que todas as psicoterapias funcionam desde que o profissional seja competente e tenha um bom relacionamento com o paciente, pois este necessita se sentir à vontade para falar sobre seu problema sem se sentir julgado ou condenado.

É possível afirmar que o insucesso no emagrecimento, e também o famoso ‘efeito sanfona’, podem ser resultado inclusive da falta de acompanhamento psicológico?

Sim, é possível. A falta de acompanhamento psicológico é um dos principais responsáveis pelo efeito sanfona. Deve haver, é claro, cuidado redobrado com a alimentação e também com a atividade física logo após atingir o peso ideal.

Em um tratamento multidisciplinar para a obesidade, que profissionais podem ser requisitados?

Sugerimos um psicoterapeuta, que normalmente é médico psiquiatra ou psicólogo; uma nutricionista e um professor de educação física.

Medos, frustrações, problemas no convívio social ou o mau exemplo de pais e familiares podem levar a criança à obesidade? Em que proporção o senhor acredita que isto aconteça?

Nem tanto os medos, frustrações ou problemas no convívio social, mas o mau exemplo dado pelos pais e familiares, principalmente na área da alimentação. É só você entrar em um restaurante qualquer, hoje em dia, e você observa o que os pais fazem com os filhos. Não só comem alimentos prejudiciais à saúde na frente das crianças, mas incentivam-nas a comer. Um dia eu estava em um shopping e vi um pai sair de um fast food com uma caixa de nuggets e refrigerante. O filho, no carrinho, era praticamente um bebê, mas ainda assim recebeu deste pai batatas fritas, nuggets e refrigerante. Os pais são os principais responsáveis pelo excesso de peso dessas crianças. Se a criança não tiver nenhuma doença que a faça engordar e, no geral, não tem, quem a está tornando gorda são os pais que, em primeiro lugar, acham que qualquer desconforto deve ser resolvido com comida. Há ainda os que premiam quando a criança come, ou a castigam quando não come.

Que sugestão o senhor daria a esses pais?

Eu sugiro o filme Super Size Me (A dieta do palhaço), que conta a história de um homem que fez uma aposta com os amigos e passou um mês se alimentando exclusivamente no Mc Donald’s. Paralelamente ele realizou diversos exames laboratoriais para monitorar os efeitos desta dieta em sua saúde. Até que o médico que o acompanhava alertou: Ou você para com isso, ou você morre.

Há particularidades no tratamento psicológico para a obesidade infantil? A partir de que idade ele pode ser indicado?

Deve-se fazer o acompanhamento dos pais juntamente, pois não dá para tratar a obesidade infantil sem orientar os pais. Quando houver antecedentes de obesidade ou diabetes na família, deve-se, inicialmente, indicar aos pais um acompanhamento nutricional para que saibam o que devem priorizar e/ou evitar na alimentação das crianças, antes de pensar em qualquer tratamento psicológico. Só é indicado o tratamento psicológico infantil se a criança já for gordinha ou tiver uma fome fora do comum.

Nos casos em que há indicação de cirurgia bariátrica, como deve ser o acompanhamento psicológico? Quanto tempo antes do procedimento o acompanhamento deve começar e por quanto tempo deve se estender?

Cada caso tem sua particularidade. A indicação é que qualquer pessoa que será submetida à cirurgia bariátrica comece um tratamento psicológico e continue no pós-operatório, pois não é fácil. Normalmente, são pessoas que comiam a qualquer sinal de nervosismo, mas agora não podem fazê-lo porque passam mal, ficam como se estivessem entupidas. Esse acompanhamento deve ser começado assim que o paciente resolver que vai fazer a cirurgia e deve continuar após a cirurgia pelo tempo necessário à sua total recuperação.

Por que este acompanhamento se faz tão necessário?

Por que a pessoa deve aprender outras formas de descarregar suas ansiedades sem ser comendo. Enquanto ela continuar descarregando na comida, não conseguirá se libertar da compulsão.

Quais os riscos de abandonar o tratamento após a cirurgia, ao primeiro sinal de emagrecimento?

Muita gente desiste por não querer gastar dinheiro, ou por achar que não há necessidade. Os riscos são de voltar a apresentar os mesmos distúrbios psicológicos, medos, complexos e frustrações, que novamente serão descontados na comida, fazendo com que o paciente engorde novamente e se retraia em função do sobrepeso.

site Nutritotal

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Colegas sabotam sua dieta?

.


Essa é uma situação muito frequente quando se trata de mudanças...

Para nós um ensaio desgastante : Começo a RA ou não começo, e vamos lá, com um esforço sobre humano decidimos que agora vai, e nos preparamos para nossa rotina do dia, com frutas, barrinhas, iogurtes e vamos trabalhar....

O que não esperávamos nesse processo todo é alguns colegas dispostos a sabotar esse seu processo tão cuidadosamente articulado.

Somos recebidos com carinho, muitos dando a maior força, até que no terceiro dia de sua RA, chegam com um delicioso bolo de chocolate e você que está tão determinado, acaba resistindo bravamente.

No quarto dia, outro colega, chega com uma caixa de bombons e diz para você: Ah! Só hoje,não pode ser tão rígido assim, e você, que já está cansado de comer tão certinho, acaba por comer um bombom.

Algum problema? Não, claro que não!

O problema começa a partir do momento que todos os dias,acaba caindo na tentação de comer um pouquinho do que na verdade irá te impedir de perder peso.

Temos dois pontos para analizar aqui:

Um, que regimes rígidos não dão certo, pois a probabilidade de cair e fracassar é muito alta;

Segundo, temos um momento certo para enfrentar esse processo, quando nos sentimos realmente seguras e preparadas para enfrentar essas situações que estarão permeando nossas vidas o tempo todo.

Temos que estar preparadas emocionalmente para seguir em frente, desenvolvendo estratégias eficientes para lidar com os imprevistos, pois teremos sempre convites para festas infantis, páscoa, natal, ano novo, casamentos, e assim, muitos outros convites que estarão recheados de comidas apetitosas e interessantes.

Como você tem lidado com essas situações ou pessoas?

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Curitiba - PR

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Gomas,calda de chocolate e bombom são proibidos em dieta?

.



O nutricionista capacitado pode usar dessas apresentações tentadoras para veicular alguns minerais, vitaminas e fitoterápicos necessários ao paciente e que irão complementar com sucesso da dieta.

As gomas contém quantidades expressivas de cólageno, importante para a rigidez do corpo e que na gelatina comercial existe em pequena quantidade, além de adicionada de corantes, conservantes, açúcares ou edulcorantes.

A calda de chocolate não é aquela com achocolatado, manteiga e açúcar, tem um sabor bem similar, porém é reforçada de cacau rico em bioflavonóides, além dos princípios necessários.

O bombom tem mais cacau, muitas vezes faseolamina que ajuda a reduzir a absorção do carboidrato.
Algumas formulações tem suporte importante para a compulsão por doces na TPM.

Mas nada disso serve se você fizer da jaca sua pantufa, essas iguarias turbinadas vão sim lhe auxiliar aliadas ao seu planejamento alimentar, pois lembre-se alimentação é organização e não controle apenas, pois mal alimentado o corpo reduz a capacidade de escolhas saudáveis.
.
Marilize Tamanini -Nutricionista
Fone : 3243-3021
Curitiba-PR

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Retomando....

.

Depois de uma festa recheada a calorias, chegou o momento de retomar nossa rotina alimentar.

Mas infelizmente, essa festa continua por alguns dias, e quem sabe semanas ...

Como acabamos por ganhar muitos doces, ovos e chocolates, temos que pensar qual é o PESO desse presente em nossa vida.

É um momento tão delicioso, que prolongamos até ver o último caquinho de ovo desaparecer, e nesse momento nos sentimos felizes e ALIVIADOS porque a tentação acabou.

Mas pergunto: Será que acabou ?

Sinto que é como se fosse impossível tomar algumas decisões...SERÁ ?

Lista de ações:

- Escolher um ovo ou chocolate que gosta muito para você saborear;

- Depois recolher os ovos e chocolates que sobraram e fazer uma doação.

BRINCADEIRA????

NÃO!!!!

Realidade... ou quer que o peso do chocolate se abata sobre seu corpo novamente , que ao final da semana sua calça esteja novamente lhe apertando, ou mesmo os ponteiros da balança subindo ?

Nós podemos fazer opções, é isso é importante ficar claro.

Doem os "excessos" a crianças que estão sem condições de saborear um chocolate, doe e verá como é DELICIOSO o sorriso de uma criança carente ao receber esse presente inesperado.
Doar é um ato de amor e porque não aproveitar essa data e também compartilhar com o outro esse carinho?

A estratégia é você que terá que desenvolver...
Pense com carinho...

Ou ainda quer levar esse PESO adiante?


Luciana Kotaka
Psicóloga
Curitiba-PR

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa e Chocolates

.
.



A Páscoa é uma data muito importante para a civilização cristã, assim como o Natal.

É nesse período que celebra-se a ressurrerição de Jesus Cristo, o que para muitos tem o significado de renovação.

Já o coelho e os ovos de Páscoa tiveram origem nas civilizações antigas e simbolizavam fertilidade.

A tradição de presentear a família e os amigos com ovos coloridos é um costume que foi sendo passado às demais culturas do mundo todo.

O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa se deu a partir do séc. XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem caçados.

Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate.

Naquele tempo, eles não sabiam que essa semente provocaria uma quantidade enorme de adoradores e uma grande tradição ao redor do mundo.

Atualmente, o ovo de chocolate é um presente tradicional, recheado de significados.

Do ponto de vista nutricional, o chocolate pode ser considerado nutritivo desde que consumido com moderação.

É fonte de proteínas, carboidratos, gorduras, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B.

O problema está na grande quantidade de calorias derivadas da gordura e açúcar.

Muitos estudos têm demonstrado que o chocolate amargo possui alto teor de flavonóides, antioxidantes que podem auxiliar na redução dos riscos de doenças cardiovasculares.

Sendo assim, o chocolate amargo é a melhor opção dentre os muitos oferecidos no mercado.

Este tipo de chocolate possui ainda alta concentração de catequinas encontradas no cacau, que agem nas artérias, promovendo, entre outros benefícios, o controle da pressão arterial.

A Páscoa é um período em que normalmente há muitos excessos alimentares, e que acabam se prolongando por um tempo, até que os ovos acabem.

Deve haver cuidado para que um hábito que é peculiar à Páscoa não se estenda por muito tempo após este período.

Uma boa dica é não comprar ovos enormes, o que pode prolongar a "temporada de Páscoa".

Ainda, ao invés de comer grandes quantidades de uma só vez, é muito melhor que pequenas quantidades sejam ingeridas por dia.

A inclusão de 30 gramas de chocolate por dia não é considerada exagerada, desde que esteja inserida em uma dieta saudável, rica em frutas, verduras, legumes, carnes e que contenha baixo teor de gordura e açúcar.


Cassiana G. Domingues
Nutricionista

terça-feira, 7 de abril de 2009

Só para descontrair...

.



"Calorias são pequenos vermes inescrupulosos que vivem nos guarda-roupas e que, durante a



noite, apertam as roupas das pessoas".

.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Por que comemos tanto?

.
.


Brian Wansink

Adaptado por Marilize Tamanini

http://www.vidaeprazer.com.br/


1. Lembre-se 20 % - para menos ou para mais

O ideal é comer até estar 80% satisfeito.
Lembre-se 20% a menos – Tire do prato 20% do que acha que pode querer antes de começar a comer. Provavelmente não sentirá falta.
No caso de frutas, legumes e verduras calcule 20% a mais

2. Veja tudo o que come

Quando o assunto é percepção do que se come os olhos são maiores do que a barriga.
Veja antes do comer - Planejamento é a chave para o sucesso da sua alimentação isso vai levar você a comer 14% a menos.
Use pratos e recipientes, jamais coma direto na embalagem. Será menos provável que coma mais, mais e mais.
Veja enquanto come – Atente para perceber o que já consumiu.

3. Arrume a própria mesa

Diminua o tamanho dos pratos, panelas e tigelas – cuidado com as embalagens tamanho família elas induzem ao consumo de uma porção em média 25% maior. Quer economizar, então redimensione o conteúdo das embalagens gigantes em porções menores para armazenar. “Quanto menor o prato no qual é servido, menos comerá.”
Torne-se um ilusionista – “Após doar seus enormes pratos para uma instituição de caridade, escolha um conjunto de pratos de tamanho médio dos quais se orgulhará. No caso dos copos, pense em copos esbeltos se quiser ficar esbelto. Se não encher o copo, tenderá a colocar 30 % a mais em um copo largo do que em um copo fino, alto.”
Cuidado com o perigo redobrado das sobras – “Quanto mais acompanhamentos e pequenas tigelas de sobras saem da geladeira, mais você comerá ... O segundo perigo das sobras? Assinalam que você originalmente fez comida demais – e provavelmente comeu demais”.

4. Faça do excesso de comida um problema, e não um hábito

· Deixe as guloseimas bem longe do seu alcance, embale em embalagens escuras ou papel alumínio e deixe no fundo do armário.
· Deixe as travessas de comida na cozinha ou em um aparador, para que realmente possa se perguntar se realmente existe fome ou gula. Mas em se tratando de saladas, verduras e legumes inverta o jogo colocando no centro da mesa no acesso facilitado.
· Cuidado com as compras de comida por impulso, coma antes de ir ao supermercado e inicie as compras pelos mais saudáveis.
· Não deixe o tamanho da porção influenciar a quantidade que você come.

Você tem fome realmente do quê?

Quer uma barra de chocolate ou um abraço? É bom saber se comer alimenta o corpo ou satisfaz apenas sua necessidade emocional mais profunda.

Fome física
Fome emocional
Aumenta aos poucos
Acontece abaixo do pescoço (barriga que ronca)
Ocorre três horas após uma refeição
Pode ser temporariamente compensada bebendo-se água
Desaparece quando estamos satisfeitos
É saciada depois que se ingere comida
Aparece de repente
Acontece acima do pescoço (“vontade de tomar sorvete”)
Ocorre em horas aleatórias
Ainda persiste depois de beber um copo de água
Ainda persiste depois que se come bastante
Leva a culpa depois que se come.

5. Torne as comfort foods mais alentadoras

“ A estratégia de dieta “Nunca mais como frango assado nem sorvete na minha vida” está destinada ao fracasso. As comfort foods ajudam a tornar a vida mais prazerosa. A chave é aprender a comer melado e não se lambuzar”.
Privação e renúncia num mundo de marketing alimentar canino é difícil, apenas consuma doses menores e aumenta o espaçamento do consumo das comidas conforto.
Os quatro Bs – biscoitos, balas, batatas fritas e bolo, cuidado reprograme as suas comidas de conforto em vez de comemorar com um chocolate use morangos com uma porção pequena de calda de chocolate. “Não é necessário um sacrifício tão grande e logo começará a expandir sua lista de favoritos”.

Apreciadores de frutas versus Apreciadores de Legumes

Em comparação à pessoa comum, quem gosta de legumes:
· Gosta de experimentar novas receitas e de receber amigos em casa
· Gosta de comidas condimentadas
· Acha que cozinha de forma nutritiva

Em comparação à pessoa comum, quem gosta de frutas:
· Frequentemente come sobremesa depois da refeição
· Passa pouco tempo cozinhando
· Evita experimentar novas receitas e receber amigos em casa
· Gosta de comer às vezes uma barra de chocolate.

As frutas são convenientes, mas os legumes exigem preparo. Quem tem propensão a comer legumes pode estar acostumado a cozinhar – e fica mais à vontade com novas receitas ou com perspectiva de ter convidados para o jantar.
As frutas são, em geral, mais doces que os legumes e quem gosta de frutas talvez prefira alimentos mais doces, sobremesas e balas. Os legumes, no entanto, variam do amargo ao picante. É provavelmente por isso que os apreciadores de legumes preferem os sabores fortes e picantes de comidas exóticas ou condimentadas.

6. Eleja-se o porteiro oficial

O porteiro nutricional é quem decide o que a família vai comer, quem está mais envolvido no planejamento das refeições. Ele decide 72% do que a família come, portanto suas atitudes podem ajudar a criar padrões alimentares positivos para a vida toda.
Seja bom de marketing – os alimentos não devem ser castigo nem recompensa. Contudo, os alimentos saudáveis podem ser frescos, crocantes, refrescantes e deixá-lo forte e inteligente. Seja convincente. Algumas de nossas primeiras descobertas sugerem que, quanto mais alimentos forem apresentados ao seu filho, mais equilibrado ele será em termos de nutrição. Novas receitas, novos ingredientes, comidas étnicas e diferentes tipos de restaurantes ajudarão a combinar tudo e a acabar com o habito de junk foods, de baixo valor nutricional.
Use a regra do meio prato- metade de salada e outra metade para a carne, carboidratos e leguminosa.
Oficialize o tamanho das porções – utilize potes e embalagens seu filho não deve achar que a porção do biscoito é o pacote todo.

Durante um dia tomamos 200 decisões alimentares.
Luciana Kotaka

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Supere-se

.
.


.

.
O tempo todo estamos expostos a novos desafios...

Temos desejos, queremos vencer...

Mas falta estímulo, falta determinação...

Mas o ponto central desse processo chama-se investimento, auto estima, desejo...

Será que queremos mesmo emagrecer?

Queremos mudar de profissão?

Ficar bem com o nosso corpo e nossa cabeça?

Vejo tanto eu quero, mas vejo pouco investimento...

Temos que procurar os meios de conseguir alcançar nossos objetivos...

Meios reais e sustentáveis para o sucesso de nossas empreitadas...

Busca em si mesmo a força motivacional para efetivar seus desejos...

Vale assistir e refletir, e buscar dentro de si o potencial necessário para transformar...

Quem?

Você é claro!!!!


Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
-
Curitiba-PR

domingo, 29 de março de 2009

O que seria uma pertubação do comportamento alimentar?

.
.






Interessante pensar que seria possível desenvolver uma pertubação em nossa forma de se alimentar, pois é um ritual diário e conhecido.

Mas muitas vezes algumas formas de se alimentar que levam a um desequilíbrio emocional como práticas de controle de peso persistentes e radicais.


Podemos destacar o início de um descontrole alimentar com uma perda de peso significativa, como também um ganho de peso rápido, um persistente descontentamento com seu corpo, contornos corporais, ocorrendo uma distorção da imagem corporal real:

- Práticas de controle do peso pouco recomendáveis e saudáveis, como também uma quase ausência de ingestão de alimentos, voracidade incontrolável, indução do vómito, uso abusivo de laxantes e de diuréticos e prática excessiva de exercício físico;


- Medo irracional de engordar e com um forte desejo de ser magro;

- Suas relações familiares, e sociais demostram estarem em desequilíbrio, descontentamento, afastamento de pessoas e atividads antes prazeirosas;


- Sofrimento com as obsessões sobre o peso e a quantidade de alimentos ingeridos, consequente ansiedade no controle dos mesmos, mudanças de humor bruscas, com sentimentos de culpa;


- Comportamentos de desconfiança, insegurança e afastamento do ambiente que antes era familiar e agradável;


- Obcessão constante com o corpo, rituais na hora de se alimentar ou mesmo desenvolvimento de estratégias para não levantar suspeita nas pessoas com que convive;


Esses indicadores constitui o quadro emocional de pessoas que apresentam perturbações no Comportamento Alimentar , precisando da orientação de uma equipe multidisciplinar para acompanhar e tratar a situação apresentada.

Atualmente essa patologia vem aumentando significamente, gerando a necessidade dos pais estarem mais atentos, para que reconheçam de início os sintomas relatados.


Mas não é exclusividade somente de adolescentes, hoje recebemos crianças e adultos já com família constituídas, o que mostra um agravamento dessa situação.


Os distúrbios alimentares são responsáveis pelos maiores índices de mortalidade entre todos os tipos de transtornos mentais, ocasionando a morte em mais de 10% dos pacientes.


Luciana Kotaka
Curitiba -PR

terça-feira, 24 de março de 2009

Café da Manhã : A refeição mais importante do dia







A alimentação matutina é muito importante para abastecer o organismo para o dia que se segue.


Durante a noite, o corpo continua trabalhando e somos sustentados por nossas reservas corporais de nutrientes. Para se ter uma idéia, o corpo consome cerca de 40 a 60 kcal por hora de sono. Neste período, os níveis de energia têm uma redução significativa e a primeira refeição do dia irá reabastecer tanto o corpo quanto o cérebro com os nutrientes necessários após uma noite de repouso.


No caso do esportista, além da refeição estimular o metabolismo, essa necessidade é ainda maior, pois trata-se do fornecimento dos nutrientes necessários para a recuperação muscular pós-treino ou para a formação de estoques que garantirão energia para a prática esportiva que ainda está por acontecer.


O café da manhã é essencial para a saúde. Ele auxilia a melhorar o consumo de nutrientes diários, equilibrando a ingestão de carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais. Além disso, o bom café da manhã ajuda na manutenção do peso ideal, pois permite uma dieta balanceada.


É por isso que o desjejum, comumente denominado de café da manhã. é a refeição mais importante do dia. Com a harmonia entre nutrientes essenciais e energia, ele oferece o que o nosso corpo precisa para trabalhar bem, garante o bom humor pela manhã e disposição para os exercícios. E ainda, como melhora a atenção e a concentração, favorece seu trabalho e seus estudos.


Dados norte-americanos mostram que crianças e adultos que tomam café da manhã habitualmente, comparados com aqueles que não têm essa prática, têm peso corporal mais saudável.


Estudos comprovam que as pessoas que tomam café da manhã consomem menos gorduras em geral e têm menos probabilidade de "beliscar" durante o dia. Por fim, os hábitos alimentares dos adultos que conseguem manter o peso saudável, incluem tomar café da manhã diariamente.


Além de tudo, há um acúmulo de estatísticas demonstrando que quem toma café da manhã tem melhor desempenho em testes de memória e na resolução de problemas, e que as crianças que fazem o desjejum têm melhor rendimento escolar e menor probabilidade de se atrasar ou faltar à aula. Ao que tudo indica, as funções da memória estão relacionados à concentração de glicose no sangue, afetando-as positivamente.


O critério de escolha para os alimentos no café da manhã é baseado na função que desempenha cada nutriente:


Os cereais, pães e biscoitos são boas fontes de carboidrato e por isso, fornecem energia.


O leite, queijo e derivados são fontes de proteínas, que regulam a formação de hormônios, anticorpos e são responsáveis pela formação e manutenção do tecido ósseo e na contração muscular.


As fibras das frutas e cereais integrais favorecem a motilidade intestinal, evitando a constipação intestinal ou prisão de ventre e controlando a absorção de nutrientes.


Os cereais integrais, por serem íntegros e manterem os nutrientes dos grãos, assumem grande importância no café da manhã, estando associados a uma vasta gama de benefícios para a saúde, como o auxílio no bom funcionamento intestinal, na manutenção do peso corporal e na redução de problemas cardiovasculares.


Dessa maneira, um bom café da manhã deve ser composto por:
Frutas ou Suco de Fruta;


Leite ou Iogurte, preferencialmente desnatados;


Cereais, Pães ou Biscoitos, preferencialmente integrais.


Os esportistas que têm o hábito de treinar pela manhã, logo após acordar, nunca devem o fazer em jejum. A melhor opção é um lanchinho leve antes do treino (ex.: 2 torradas e 1 copo de suco), deixando para tomar o café da manhã após o treino.


VALORIZE MAIS ESSA REFEIÇÃO E GARANTA BEM-ESTAR E MUITO PIQUE. SEU CORPO VAI AGRADECER!!!
.
.
Nutricionista Cassiana C. Domingues
Curitiba -PR

sexta-feira, 20 de março de 2009

Simplesmente Mulher






"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer !

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou.

Trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três
vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no
colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para
minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou
ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço
revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente,
compro flores para casa, providencio os consertos domésticos,
participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda
faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra,
leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.

Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.


Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa
expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito
durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante.

Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre
politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não
é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser
indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!

Tempo para uma massagem...

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de
beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será
editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto,
ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa
postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super,
se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho
de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais
elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que
se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir..
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela..

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas se você
precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está
precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha,
uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o
rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova
perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante".


Créditos - Martha Medeiros

domingo, 15 de março de 2009

A gente consome ou é consumido ?






Interesante pensarmos nessa questão, pois nos passa batido a questão do consumismo nesse aspecto.


Estamos acostumados a pensar somente em uma direção, no quanto acabamos consumindo demais, principalmente no que diz relação a comida.


Existe uma indústria de marketing atrás de todo esse processo que tem a função de passar aos clientes que estes precisam experimentar, comprar, provar determinados alimentos e não os culpo por isso, esse é o trabalho deles.


Mas me pergunto o que nos leva leva a entrar nesse gigante mundo consumidor, e o aspecto que acredito ser sério, é que se não participarmos desse processo nos sentimos menos, excluídos, como ETS em uma sociedade onde o o natural é comprar, é o ter.


Tem uma empresa de sanduíches em minha cidade ao qual fiz a opção de não conhecer, e quando faço esse comentário as pessoas dizem: Nossa, mas porque? E eu respondo: Não preciso comer esse sanduiche para me sentir bem.


Em um primeiro momento parece radical , porém essa é uma opção pessoal de cuidar de mim, de escolher comer um alimento mais saudável, ou mais nutritivo, mas claro, isso não quer dizer que nunca como algum outro sanduíche, mas que eu escolho o que quero, que tenho opções, e que para ser parte de uma sociedade, não preciso participar de todos processos apresentados, de comprar todas as novidades para me sentir "por dentro", sentir-me feliz.


Experimento coisas diferentes, também consumo, porém de uma forma mais regrada, dentro do que acredito ser ideal para mim.


Essa introdução que fiz falando desse mercado do consumo, tem o objetivo de mostrar que na verdade não somos meros consumidores e sim que somos consumidos por todo uma estratégia comercial ,por uma idéia e somos levados a acreditar que temos que comprar, experimentar, e somos sim consumidos ...


A gente consome porque queremos ou queremos porque somos levados a consumir?


Fica uma reflexão para pensarmos...


Luciana Kotaka
Curitiba-PR

quarta-feira, 11 de março de 2009

Pensando e se comportanto de forma gorda

.
Quando lemos o título acima logo ficamos em alerta e vamos correndo tentar identificar o que nos faz ser assim – pensar e se comportar gordo – Seriam as emoções?

A cada dia é mais claro a relaçõe entre a comida e o afeto, pois ficamos condicionados e/ou dependentes da comida para nos sentirmos aliviados, ou melhor tranqüilos.

Esse é um aspecto importante a ser pensado, pois deixamos de comer com a função de nos nutrirmos. Usarmos a comida como fonte de prazer imediata e aí começa um ciclo vicioso, onde todas as outras fontes de prazer são deixadas de lado e a comida acaba se tornando o eixo central da vida de uma pessoa.

Vale ressaltar que a obesidade é multifatorial, porém é certo que o nosso estado emocional influencia de forma significativa nesse processo de aumento de peso, principalmente quando existe um fator depressivo envolvido.

Existem vários gatilhos que podem estar compondo esse quadro quando citamos o lado emocional: separação, mudança de cidade (país), solidão, ausência de família, vida profissional insatisfatória e assim poderia citar uma lista interminável de questões que me trazem e que podem estar determinando o aumento de peso.

Cada indivíduo é único, e vivenciará as situações de suas vidas da forma mais adequada dentro de suas possibilidades.

Abaixo tem uma lista de situações que podem levar você a comer em função de suas emoções:

- Sente um prazer imenso quando come, e perde totalmente o interesse por outras atividades;

- Come desenfreadamente, sem se preocupar com a qualidade da alimentação;

- Não come nos horários adequados e muitas vezes o faz escondido de outras pessoas;

- A baixa auto estima e a falta de cuidados com o corpo e a saúde, faz com que a situação vá se agravando;

- Tem a ilusão de que estar magra acabaria com seus problemas e que poderia ser feliz;

- Procura uma forma mágica de perda de peso, colocando fora, no outro a responsabilidade por emagrecer.

Identificando essas questões em seu processo de sobrepeso e obesidade, é importante procurar ajuda de profissionais habilitados para ajudá-lo a perder peso, alcançar um estado de saúde e equilíbrio, como a nutricionista, educador físico e um psicólogo.

A obesidade é uma doença e temos que tratá-la com responsabilidade e seriedade, só assim poderemos emagrecer com assertividade.

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Curitiba-PR

domingo, 8 de março de 2009

Dia da Inclusão Social -09/03/2009

.





Como não poderia deixar de ser, vou falar sobre a discriminação que as pessoas obesas sofrem em função da falta de informação e preconceito.



Vivemos um momento em que as mulheres e homens magros são valorizados, símbolos da máxima beleza e de status.


Porém ao mesmo tempo, sofremos um bombardeio de imagens, propagandas maciças de sanduíches, batatas fritas, refrigerantes, enfim, não conseguimos passar pelo caixa do mercado e até no caixa da farmácia sem estarmos rodeados de comida, e o pior, calóricas, imagine a incongruência, dentro de uma farmácia, onde a priori, a palavra saúde deveria reinar.


Somos vulneráveis, estamos vulneráveis, pois muitas vezes o bombardeio de informações sobre comidas, fast food, invadem nossas casas pela televisão, revistas, e até imaginem, gibis!


Vivemos em uma sociedade que gera a obesidade e absurdamente a repele, discrimina. Quantas vezes ouvi pessoas em alguma reunião social dizer: funcionária gordinha nem pensar não têm agilidade nenhuma.


Eu pessoalmente já tive uma ótima, aliás, melhor do que muitas magrelas que tem por aí. Mas, essas mensagens tomam uma proporção enorme, gerando uma discriminação imensa em relação a essas pessoas, o que gera constrangimento, desemprego, depressão, isolamento social.


Obesidade é uma doença, e atualmente considerada uma epidemia. Uma projeção realizada recentemente pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica mostra que 63 milhões de pessoas a partir dos 18 anos de idade têm peso acima do normal, sendo que, desse total, 15 milhões são considerados obesos e 3,7 milhões são obesos mórbidos. Os números são impressionantes, mas o Brasil ainda não está na lista dos países supergordos, o que pode mudar em breve. Segundo a Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição, o número de pessoas com excesso de peso ou obesidade no Brasil praticamente dobrou nos últimos 30 anos. Se o crescimento continuar nesse ritmo, o número que hoje é de 13% de obesos passará, em 2030, para 33% (dados da ABESO).


Na revista Época de fevereiro, temos o depoimento Cid Loureiro Penteado Júnior, onde ele relata: Obesos tentam manter o bom humor e chamar atenção pela simpatia, mas sofrem muita discriminação, principalmente na televisão, em programas humorísticos. Não se fala mal dos negros, de pessoas com câncer, lepra ou HIV. Mas há quadros humorísticos inteiros discriminando obesos e o próprio obeso se coloca naquela posição. Eu fundei a ONG Contra Peso Brasil, em 2005, para tentar mobilizar a sociedade contra esse tipo de preconceito. Isso não quer dizer que a sociedade tenha que se adaptar ao obeso. Se você cria condições para o obeso viver confortavelmente, provavelmente ele vai piorar e aumentar ainda mais seu peso. Tem que investir em piscinas, pistas de corrida e academias. “Fazer o comerciante mudar a estrutura de seu estabelecimento – colocando assentos especiais para obesos, por exemplo – só favorece o aumento da doença.”


Ações como a de Cid é de extrema importância, vivemos de aparências, deixamos de lado valores básicos de humanidade, respeito, cidadania, afeto, tolerância, um mundo consumido pelo egoísmo, pelas buscas pessoais.


Precisamos rever valores, cuidar do planeta, preservar, amar e realizar.


Vamos pensar em qual o nosso papel aqui, e vamos promover um mundo melhor e claro, sem PRECONCEITO!!!



Luciana Kotaka
Curitiba -PR




sábado, 7 de março de 2009

08/03/2009




Somos mulheres com orgulho sim!!!


Mulheres com raça, com graça, com jeito de mulher...


Somos fortes, amadas, e cheias de garra...


Mulheres sim, que chora, berra, esperneia,


Mulheres com TPM, que se transformam e como camaleão mudam a cada instante.


Ser único, que tem a graça de criar, de dar a vida, de viver o feminino.


Nós somos mais, somamos, multiplicamos e nos dividimos em mil.


Somos poderosas, temos uma força enorme, e quando queremos, somos muitas!


Que felicidade ser mulher, ter graça e ter ginga.


Obrigada meu pai, por esta graça cheia de graça que sou,


EU SOU MULHER!!!!
PARABÉNS A TODAS AS MULHERES !!!


Luciana Kotaka


07/03/2009

.




Opte pelos alimentos crus, mais saudáveis, mas não abuse do shoyu

Comida japonesa com moderação


Conhecida pelos pratos saudáveis e frescos, a cozinha oriental esconde pequenos vilões que, em excesso, prejudicam uma dieta regrada
Publicado em 04/03/2009 Ricardo Ampudia

O povo oriental é conhecido como um dos mais longevos. Boa parte dessa boa saúde na velhice se atribui à alimentação, regrada e saudável. Mas, mesmo na cozinha japonesa, na qual predominam carnes leves, algas e legumes, se escondem alimentos que, em excesso, tornam-se vilões.
Para quem quer manter o peso com dietas pouco calóricas é bom ficar longe das frituras, como os hot sushis e tempurás e evitar as massas, como o udon (macarrão de arroz servido com carnes, vegetais e ovos), ricos em carboidratos e gorduras. Abuse dos vegetais como rúcula, algas e do tofu, o “queijo de soja”.

Shoyu, tofu e salmão


Confira o aspecto nutricional de 100 g de alguns itens da cozinha japonesa


Shoyu – 53 kcal
A versão tradicional tem muito sódio (5.637 mg), o que exige moderação, em especial dos hipertensos. Versões light têm pouco sódio e açúcar.


Tofu – 145 kcal
De sabor suave, a porção tem 15,78% de proteína, zero colesterol e 683 mg de cálcio, além dos benefícios da soja. Tem menos cálcio do que o queijo branco, o que pode ser resolvido adicionando sementes de gergelim às receitas.


Salmão – 116 kcal

É muito rico em ômega 3, um tipo de gordura insaturada que atua na proteção cardiovascular e previne inflamações repetitivas. Se mal conservada, a carne de peixe cru pode causar intoxicações alimentares. Procure saber a procedência dela e como está sendo conservada.
Fonte: nutricionistas Ivone Ikeda Morimoto e Marilize Tamanini. Tabela de Composição Química dos Alimentos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


“A influência dos alimentos na vida da pessoa depende do conjunto da obra. Se ela optar por comida japonesa duas vezes por semana, mas comer na churrascaria nos outros dias, não colherá os benefícios da dieta”, diz a nutricionista Marilize Tamanini.


Ela explica que alguns alimentos orientais podem ser introduzidos na alimentação diária e cita o tofu e o missô (tempero fermentado à base de soja) como dois alimentos bastante nutritivos. “O tofu contém isoflavonas da soja que agem na regulação hormonal, além de ser bastante proteico. O missô pode substituir o caldo de galinha e de carne para temperar sopas, uma boa fonte de gorduras”, comenta.


A professora do curso de Nutrição da Universidade Positivo, Ivone Ikeda Morimoto, diz que o consumo da soja é considerado por estudiosos como um dos principais responsáveis pela boa saúde japonesa. “Mas, a partir da 2ª Guerra Mundial, houve no Japão um aumento da ingestão de leite, carne, ovos e gorduras. Paralelamente, estudos epidemiológicos demonstraram aumento da mortalidade por câncer de cólon, ovário, mama e próstata, comprovando que o processo de ocidentalização do padrão dietético japonês está elevando a incidência de doenças anteriormente pouco frequentes”, alerta.


Ivone ressalta ainda um complemento da mesa que merece atenção especial: o shoyu. Segundo ela, o molho é rico em sódio, fator de risco para o câncer gástrico e que contribui para a piora de quadros de hipertensão. “A dieta japonesa tradicional é muito rica em cloreto de sódio, ou seja, em sal de cozinha. As conservas, o molho e a pasta de soja, a alga prensada e os temperos prontos à base de peixe são extremamente ricos em sal. Moderação é a palavra-chave da alimentação equilibrada, mesmo na culinária japonesa”, diz.
.
Texto cedido gentilmente pela nutricinista Marilize Tamanini